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BEM-VINDOS A ESTE SITE
Espero que este site seja útil a quem o venha
visitar e possa contribuir para uma maior reflexão e profunda meditação
sobre a situação em que Portugal se encontra, sobre os problemas que
temos que enfrentar, e os desígnios que deveremos e poderemos alcançar.
A Educação
é um dos problemas com que Portugal se tem vindo a defrontar ao longo de
muitos e muitos anos. A
Crise com que Portugal se debate passa por imensos factores que são
estruturantes e sobre os quais é necessário reflectirmos urgentemente. O
ensino e a educação são pilares básicos que têm sido descurados e que
teimosamente não acompanham a vertiginosa evolução tecnológica.
As
Novas Tecnologias de ponta aí
estão cada vez mais em força e implementadas em toda e qualquer
actividade profissional. Começam finalmente aos poucos a integrar-se no
campo da educação, ainda que timidamente, e após inúmeras
sugestões que têm vindo a ser feitas, já que
a sua inexistência, pouca utilização, ou ainda a má utilização dessas
ferramentas, têm implicações educacionais, que comprometem inclusive o
futuro do nosso País.
São imensas as ferramentas que estão ao dispor de
qualquer cidadão mas para que sejam utilizadas correctamente terão de
ser aprendidas e apreendidas através da
formação profissional
especializada e adequada.
O Futuro de Portugal, passa indubitavelmente, por
um forte investimento no campo da Educação, devendo saber-se, na minha
modesta opinião, quais as tarefas prioritárias a implementar, e quais as
ferramentas que temos ao nosso dispor, dentro dessa mesma área, e que
poderão ser imprescindíveis para levarmos a cabo, aquilo que todos os
Portugueses, no fundo anseiam, e que começam a desejar, quase já
desesperadamente: “A saída desta enorme crise em que o País se encontra
mergulhado" e que passa não só pelos problemas de ordem económica, como
também e fundamentalmente, pela crise de
valores e ausência inexplicável da utilização de ferramentas que
contribuam para o seu sucesso e o seu desenvolvimento, nomeadamente na
área da Educação, pilar fundamental para o crescimento e desenvolvimento
de qualquer Pais.
De uma vez por todas, teremos de juntar e unir
esforços, tão necessários, para definitivamente, e ainda que de uma
forma gradual, se verifique o impulso positivo e crescente, que o nosso
País tanto precisa e merece. Não interessa apenas constatar os
problemas, apesar de essa ser uma etapa fundamental, para ulterior
resolução dos mesmos. Sem a tomada de consciência dos mesmos,
efectivamente, jamais conseguiríamos resolvê-los, mas interessa
sobremaneira, após essa tomada de consciência, arregaçar-mos as mangas e
colocar energicamente as mãos à obra, com todo o nosso querer e toda a
nossa esperança.
A Esperança é a ultima coisa a perder, e como
aventureiros que sempre fomos, desde os tempos mais remotos, ela deve
continuar a imperar em nossos pensamentos e acções, perseguindo
constantemente o binómio pensamento na acção, e agir com o pensamento,
não desenfreadamente, mas com objectivos bem estabelecidos e
investimentos coadunados com as circunstâncias e a realidade em que nos
encontramos.
Crescer é um acto natural, faz parte intrínseca da
vida, mas o crescimento seja ele biológico ou de outro qualquer cariz,
nomeadamente cultural, económico-financeiro ou educacional, entre muitos
outros, só acontece quando nos apercebemos dos erros, tomamos
consciência dos mesmos e não voltamos a repeti-los. É disso, quanto a
mim, que Portugal precisa.
De aprender com os erros cometidos, mas
decididamente assumir esses mesmos erros, sem vergonha de os enumerar,
mas convicto de que essa assunção, é a plataforma vital para o
verdadeiro e próspero crescimento que tantos almejamos.
Estamos integrados na Europa, somos um País
Europeu, mas infelizmente, e pelo que podemos constatar, não pelos
melhores motivos, já que a sensação que temos, diria melhor, que tenho,
é de que parece cada vez mais estarmos a afastar-nos da mesma, podendo
vangloriarmo-nos de que vamos na retaguarda do pelotão. Será que é isso
mesmo que pretendemos? Será que não queremos ocupar os lugares da frente
e deixarmos de ser a lanterna vermelha?
Penso que estaremos todos de acordo, quando
respondo negativamente à primeira questão e consequentemente a resposta
à segunda será certamente de teor afirmativo.
O que todos almejamos é, sem quaisquer dúvidas,
sair dessa situação embaraçosa, que implica uma qualidade de vida dos
Portugueses inferior à desejada, e que a cada dia que passa, nos vai
distanciando da maior parte dos Países que integram a União Europeia,
sendo que o abismo existente, no que respeita à qualidade de vida, entre
Portugal e a grande maioria dos outros Países, é manifestamente
evidente.
São vários os desafios que temos pela frente. São
várias as batalhas que temos de enfrentar, para podermos sair
vitoriosos. Teremos que colocar prioridades nas batalhas a vencer, para
que consigamos vencer toda esta enorme guerra com que nos deparamos, e
que provavelmente, fomos nós próprios que nos colocamos nela, sendo nós
mesmos os nossos próprios inimigos, quando ao longo de todos estes
últimos anos, abdicamos de estratégias e acções que poderiam ter
evitado, em parte, a situação em que nos encontrámos, e quando teimamos
muitas das vezes sistematicamente, em cometer os mesmos erros.
Um dos campos onde o investimento foi descorado ao
longo de muitos e muitos anos, e que foi, é, e será sempre crucial para
qualquer País, foi a Educação.
“É precisa toda uma aldeia para educar uma
criança”, o que quer dizer que todos os esforços, todos os sectores são
importantes, e que só com uma conjugação de esforços será possível
ultrapassar todos os obstáculos inerentes a esta tão importante e
sustentável área. Para isso deverá partir das instâncias superiores e da
vontade politica, o catapultar dos interesses e da comunhão de esforços
a serem partilhados por todos.
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