Livro de Visitas

------------------------- A EDUCAÇÃO E O ENSINO TÊM DE SER CONSIDERADOS POR TODOS, PRINCIPALMENTE PELO GOVERNO, OS PILARES ESSENCIAIS NO DESENVOLVIMENTO DE PORTUGAL              O SABER NÃO OCUPA LUGAR:   NÓS É QUE TEMOS DE SABER QUAL O LUGAR A OCUPAR ---------------

PORTUGAL E O ENSINO

 


QUE  FUTURO ?

 

Este é o presente

 

 

OLHAR EM FRENTE

                                                                          há que repensar               o   FUTURO   que já é mais que  Presente                               O FUTURO ESTÁ AQUI          

 

SEJAM BEM-VINDOS A ESTE SITE     Um local onde podemos falar sobre:»»»»»»»»»»»» • A Educação em Portugal • As Novas Tecnologias • A Crise estrutural portuguesa • Formação Profissional • Fornecer algumas sugestões • E onde é permitido o Contacto através de  • Comentários

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  Espero que este site seja útil a quem o venha visitar e possa contribuir para uma maior reflexão e profunda meditação sobre a situação em que Portugal se encontra, sobre os problemas que temos que enfrentar, e os desígnios que deveremos e poderemos alcançar.

  A Educação é um dos problemas com que Portugal se tem vindo a defrontar ao longo de muitos e muitos anos. A Crise com que Portugal se debate passa por imensos factores que são estruturantes e sobre os quais é necessário reflectirmos urgentemente. O ensino e a educação são pilares básicos que têm sido descurados e que teimosamente não acompanham a vertiginosa evolução tecnológica.

  As Novas Tecnologias de ponta aí estão cada vez mais em força  e implementadas em toda e qualquer actividade profissional. Começam finalmente aos poucos a integrar-se no campo da educação, ainda que timidamente, e após inúmeras sugestões que têm vindo a ser feitas, já que a sua inexistência, pouca utilização, ou ainda a má utilização dessas ferramentas, têm implicações educacionais, que comprometem inclusive o futuro do nosso País.

  São imensas as ferramentas que estão ao dispor de qualquer cidadão mas para que sejam utilizadas correctamente terão de ser aprendidas e apreendidas através da formação profissional especializada e adequada.

  O Futuro de Portugal, passa indubitavelmente, por um forte investimento no campo da Educação, devendo saber-se, na minha modesta opinião, quais as tarefas prioritárias a implementar, e quais as ferramentas que temos ao nosso dispor, dentro dessa mesma área, e que poderão ser imprescindíveis para levarmos a cabo, aquilo que todos os Portugueses, no fundo anseiam, e que começam a desejar, quase já desesperadamente: “A saída desta enorme crise em que o País se encontra mergulhado" e que passa não só pelos problemas de ordem económica, como também e  fundamentalmente, pela crise de valores e ausência inexplicável da utilização de ferramentas que contribuam para o seu sucesso e o seu desenvolvimento, nomeadamente na área da Educação, pilar fundamental para o crescimento e desenvolvimento de qualquer Pais.

  De uma vez por todas, teremos de juntar e unir esforços, tão necessários, para definitivamente, e ainda que de uma forma gradual, se verifique o impulso positivo e crescente, que o nosso País tanto precisa e merece. Não interessa apenas constatar os problemas, apesar de essa ser uma etapa fundamental, para ulterior resolução dos mesmos. Sem a tomada de consciência dos mesmos, efectivamente, jamais conseguiríamos resolvê-los, mas interessa sobremaneira, após essa tomada de consciência, arregaçar-mos as mangas e colocar energicamente as mãos à obra, com todo o nosso querer e toda a nossa esperança.

  A Esperança é a ultima coisa a perder, e como aventureiros que sempre fomos, desde os tempos mais remotos, ela deve continuar a imperar em nossos pensamentos e acções, perseguindo constantemente o binómio pensamento na acção, e agir com o pensamento, não desenfreadamente, mas com objectivos bem estabelecidos e investimentos coadunados com as circunstâncias e a realidade em que nos encontramos.

  Crescer é um acto natural, faz parte intrínseca da vida, mas o crescimento seja ele biológico ou de outro qualquer cariz, nomeadamente cultural, económico-financeiro ou educacional, entre muitos outros, só acontece quando nos apercebemos dos erros, tomamos consciência dos mesmos e não voltamos a repeti-los. É disso, quanto a mim, que Portugal precisa.

  De aprender com os erros cometidos, mas decididamente assumir esses mesmos erros, sem vergonha de os enumerar, mas convicto de que essa assunção, é a plataforma vital para o verdadeiro e próspero crescimento que tantos almejamos.

  Estamos integrados na Europa, somos um País Europeu, mas infelizmente, e pelo que podemos constatar, não pelos melhores motivos, já que a sensação que temos, diria melhor, que tenho, é de que parece cada vez mais estarmos a afastar-nos da mesma, podendo vangloriarmo-nos de que vamos na retaguarda do pelotão. Será que é isso mesmo que pretendemos? Será que não queremos ocupar os lugares da frente e deixarmos de ser a lanterna vermelha?

  Penso que estaremos todos de acordo, quando respondo negativamente à primeira questão e consequentemente a resposta à segunda será certamente de teor afirmativo.

  O que todos almejamos é, sem quaisquer dúvidas, sair dessa situação embaraçosa, que implica uma qualidade de vida dos Portugueses inferior à desejada, e que a cada dia que passa, nos vai distanciando da maior parte dos Países que integram a União Europeia, sendo que o abismo existente, no que respeita à qualidade de vida, entre Portugal e a grande maioria dos outros Países, é manifestamente evidente.

  São vários os desafios que temos pela frente. São várias as batalhas que temos de enfrentar, para podermos sair vitoriosos. Teremos que colocar prioridades nas batalhas a vencer, para que consigamos vencer toda esta enorme guerra com que nos deparamos, e que provavelmente, fomos nós próprios que nos colocamos nela, sendo nós mesmos os nossos próprios inimigos, quando ao longo de todos estes últimos anos, abdicamos de estratégias e acções que poderiam ter evitado, em parte, a situação em que nos encontrámos, e quando teimamos muitas das vezes sistematicamente, em cometer os mesmos erros.

  Um dos campos onde o investimento foi descorado ao longo de muitos e muitos anos, e que foi, é, e será sempre crucial para qualquer País, foi a Educação.

  “É precisa toda uma aldeia para educar uma criança”, o que quer dizer que todos os esforços, todos os sectores são importantes, e que só com uma conjugação de esforços será possível ultrapassar todos os obstáculos inerentes a esta tão importante e sustentável área. Para isso deverá partir das instâncias superiores e da vontade politica, o catapultar dos interesses e da comunhão de esforços a serem partilhados por todos.